sábado, 6 de janeiro de 2018

Lela Canton- BA


O livro merece uma leitura muito atenta, pois é possível ver a transformação da voz de Diego no decorrer de seu depoimento, em como de menino esperto e lindo, se transforma em homem drogado de grande experiência sexual, que vai perdendo todas as esperanças de livrar-se, depois de tantas recaídas, do vício de sexo, perde amigos, sejam para a polícia ou para a morte, e que se encontra num beco sem saída. O relato tem momentos comoventes, profundamente sentimentais, e trechos curiosos e engraçados sobre sua vida cotidiana, fora do universo das variações sexuais, com cenas familiares e pitorescas.
O livro serve muito bem como espelho da juventude moderna que busca, nos mais diversos caminhos, livrar-se de seus problemas e tédios. A vida de Diego não é a primeira e nem será a última história de um jovem que se destrói com o consumo visceral de sexo, amor e outras drogas. Mas talvez sirva muito bem como um exemplo de como não agir, de como não ceder, de ver que esse caminho não é uma saída, mas a entrada para um novo problema.
O livro mostra uma realidade triste que acontece a todo momento no Brasil, jovens e crianças se prostituindo para sobreviver , mas ninguém quer ler, ninguem quer ver,Diego não merece julgamentos, condenações ou críticas . O que muda a vida de um drogado, prostituido, morador de rua é o acolhimento e não a rejeição .
Amei o livro!


terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Não seja indiferente a dor alheia



Bruno,19anos, Aracaju,que segundo amigos, estava com depressão, pediu ajuda pela rede social mas não teve se quer um retorno, em seguida postou um vídeo com uma música de despedida, logo após, tomou uma grande quantidade de remédios, passou mal e foi levado para o hospital mas não resistiu. Bruno tinha dificuldade de lidar com sua homoafetividade e com a rejeição social em razão de sua orientação sexual. Talvez um bom psicanalista, bons amigos disponiveis para escutar e acolher, uma família mais aberta a diversidade pudesse evitar essa grande tragédia que abalou e entristeceu não somente Sergipe, mas o nordeste inteiro. O crime ocorreu hoje ,mas a dor ou remorso daqueles que foram indiferente ao seu sofrimento vai durar por muito tempo.Colegas e amigos deixaram mensagens de profundo pesar em sua rede social. O que na prática não significa absolutamente nada uma vez que quando desabamos, perdemos o rebolado a vontade de viver nenhuma mão se estende em direção a nossa para ajudar na travessia. Depois fica muito facil postar mensagens inférteis nas redes sociais, sendo que os mesmos, ''amigos'' ''familiares '' e etc . foram indireferentes aos seus gritos e pedidos de socorro.

Homofobia


Ronyel Marinho acabou de ser assassinado na madrugada de hoje.

A Polícia Civil de Ribeirão Preto está à procura de um homem suspeito de matar o rapaz na Vila Ana Maria, zona Sul de Ribeirão Preto. A policia acredita em crime de homofobia.O rapaz era homoafetivo assumido.Pagou com a própria vida o preço de ser diferente .

O delegado Cláudio Salles Júnior, do Setor de Homicídios da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), disse que o rapaz Ronyel Marinho, de 29 anos, teve o corpo golpeado por estilhaços de um espelho.
Segundo o delegado, o apelido do suspeito de cometer o crime é Mineiro. O nome dele, porém, ainda não foi informado.

Qualquer informação sobre o suspeito deve ser comunicada por meio dos telefones 181 ou 190.

Os barcos


OS BARCOS DE OUTRORA JÁ SE FORAM. OS DE AGORA JÁ SE FAZEM PRESENTES. E VOÇÊ AUSENTE DE MEUS REPAROS, LEVASTES TODAS AS TINTAS QUE UM DIA PINTASTE MINHA VIDA, E ESSE VENTO DE ENCANTO RECOLHIDO TOCA MEUS OLHOS CONFESSANDO PELO CAMINHO DE LÁGRIMAS, A VONTADE AQUIETADA PELO DESESPERO DE SENTAR NAS PEDRAS E ESPIAR OS BARCOS COM TODAS AS CORES QUE SÓ TÚ CONSEGUE DEIXAR EM MEUS OLHOS.
Marlon-Principe maluco



quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

A cura



Cientistas da USP - Universidade de São Paulo e da Louisiana State University (LSU), dos Estados Unidos, conseguiram um feito inédito: matar células infectadas com HIV, inclusive as "adormecidas", sem causar danos a células saudáveis. Tudo isso graças à proteína pulchellina, que é produzida a partir de uma planta típica da região Nordeste do Brasil. Os primeiros resultados já foram publicados na importante revista científica Nature News and Comment e mostram que a substância age rapidamente, matando em apenas dez minutos cerca de 90% das células infectadas.

Segredo


É triste, mas é verdade. Infelizmente, o mundo anda cheio de gente incapaz de aceitar que você está feliz. Nem sempre é por mal. Pode ser “sem querer”, sem intenção, mas acontece. Cada vez menos pessoas sabem lidar com o fato de que o outro está bem.

Primo distante da intolerância a lactose, esse tipo de mazela causa muito sofrimento a seus portadores. Quem padece da dificuldade de aceitar a satisfação alheia apresenta sintomas diversos, desde uma inofensiva coceira até um desejo irrefreável de disparar uma metralhadora em praça pública.

Entre um extremo e outro, uma infinidade de reações mesquinhas acomete o portador de intolerância a pessoas felizes: fofocas, intrigas, picuinhas, olhos gordos, falsas denúncias, mentiras, nomes na boca do sapo e outras “coisas mandadas” com um único objetivo: despachar o seu estado de graça às favas.

Sentir felicidade é um direito tão sagrado quanto padecer de tristeza. São sentimentos irmãos. Só pode estar verdadeiramente feliz quem já esteve triste e vice-versa. Sem a comparação não é possível saber o que a gente sente. Então, é claro que toda gente feliz merece a felicidade que sente, sobretudo porque foi capaz de sobreviver à tristeza que, vira e mexe, sempre volta.

Agora, felizes ou tristes, isso é departamento nosso. No máximo, diz também respeito às poucas pessoas que fazem parte da nossa vida e nos querem bem.
Acredite: divulgar para além dessa esfera íntima a sua tristeza é muito menos “perigoso” que anunciar aos quatro ventos a sua felicidade. Exceto um ou outro excêntrico, ninguém inveja miséria, desespero, contas vencidas, casamento infeliz, saldo no vermelho, despensa vazia. Ninguém.

Já a sua viagem dos sonhos, sua refeição cara, seu encontro de família, suas bodas de prata, sua alegria escancarada, quando gritadas para todo mundo ouvir, provocam as mais diversas reações. Quase sempre ruins. Fazer o quê? Muito pouca gente está preparada para saber que você está feliz.

É claro que a vida é sua e você conta o que quiser para quanta gente desejar. Mas pensemos. Será mesmo que a sua felicidade vai ser menor ou menos intensa se você vivê-la somente aí, entre você e os seus? Vai saber, né? Na dúvida, é melhor não arriscar. E sejamos todos felizes. Marlon

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Facebook


Se você leu O GOSTO DO SEXO SEM ROSTO, por gentileza me adicione no facebook, ou se preferir deixe suas impressões aqui.
Será um prazer bater um papo contigo e saber suas impressões sobre meu trabalho!
Marlon

Por Daniel Camillo-SP



Detesto livros sobre vampiros, paranormalidade, prémoniçao, exploxões , mistério a ser desvendado, emfim desprezo maniqueismo em literatura. Gosto de personagens reais. Gosto de cotidiano em livros, a vida como ela é, a vida em sua totalidade sem truques, sem mascaras,sem artificios mirabolantes. Por tudo isso Marlon me ganhou em O GOSTO DO SEXO SEM ROSTO. Personagens que poderia ser meus amigos, meu namorado ou eu mesmo. Real, apaixonante e lindo. Parabéns Marlon, espero que seus outros livros sigam a mesma forma. Comprarei todos.
Um grande beijo e muito obrigado por esse trabalho tão VERDADEIRO.

Cazuza


Cazuza leu cem vezes 0 livro ÁGUA VIVA-Clarice Lispector.
Eu já li nove. Fantástico !
Marlon De Albuquerque

DF



O homem morto na madrugada de hoje no Parque da Cidade, foi encontrado com um tiro no peito e com a calça arriada e uma camiseta regata preta, que estava suja de sangue e tinha sinais de violência no rosto. Junto ao corpo, foram encontradas as chaves do veículo, relógio, celular, boné. Muito emocionado, o namorado de Ricardo disse não estar em condições de dar entrevistas.
O fato de não ter ocorrido roubo, evidencia crime de ódio( homofobia).
Ricardo Pio era homoafetivo, tinha 40 anos e trabalhava na LATAM, tudo indica que o crime cruel ocorreu em razão de sua orientação sexual.
A policia do Distrito Federal está empenhada em descobrir a identidade dos assassinos.
Marlon

sábado, 23 de dezembro de 2017

Vazias


Posso viver sem a maioria das pessoas, elas não me completam, elas me esvaziam .
Charles Bukowsky

Hoje


As primeiras informações de próprios familiares, e de amigos, postadas nas redes sociais, é de que o jovem teria sido vítima de espancamento pelo pai, que não aceitou a revelação de sua orientação sexual, e em decorrência, teve várias convulsões, chegando a ser socorrido em hospital, mas não resistiu e veio a óbito. O crime de ódio(homofobia) ocorreu hoje.
Gabriel Magalhães levou do pai vários golpes na cabeça e não resistiu , ele tinha 16 anos e era homoafetivo.
O grupo LGBT's de Ceará promove na próxima semana uma manifestação em protesto pelo assassinato cruel do rapaz pelo próprio pai.

sábado, 16 de dezembro de 2017

Sagitário


Porque sagitarianos não sabem amar?
Marlon-Príncipe maluco

Felicidade sem platéia dura mais . . .


É triste, mas é verdade. Infelizmente, o mundo anda cheio de gente incapaz de aceitar que você está feliz. Nem sempre é por mal. Pode ser “sem querer”, sem intenção, mas acontece. Cada vez menos pessoas sabem lidar com o fato de que o outro está bem.

Primo distante da intolerância a lactose, esse tipo de mazela causa muito sofrimento a seus portadores. Quem padece da dificuldade de aceitar a satisfação alheia apresenta sintomas diversos, desde uma inofensiva coceira até um desejo irrefreável de disparar uma metralhadora em praça pública.
Entre um extremo e outro, uma infinidade de reações mesquinhas acomete o portador de intolerância a pessoas felizes: fofocas, intrigas, picuinhas, olhos gordos, falsas denúncias, mentiras, nomes na boca do sapo e outras “coisas mandadas” com um único objetivo: despachar o seu estado de graça às favas.

Sentir felicidade é um direito tão sagrado quanto padecer de tristeza. São sentimentos irmãos. Só pode estar verdadeiramente feliz quem já esteve triste e vice-versa. Sem a comparação não é possível saber o que a gente sente. Então, é claro que toda gente feliz merece a felicidade que sente, sobretudo porque foi capaz de sobreviver à tristeza que, vira e mexe, sempre volta.

Agora, felizes ou tristes, isso é departamento nosso. No máximo, diz também respeito às poucas pessoas que fazem parte da nossa vida e nos querem bem.

Acredite: divulgar para além dessa esfera íntima a sua tristeza é muito menos “perigoso” que anunciar aos quatro ventos a sua felicidade. Exceto um ou outro excêntrico, ninguém inveja miséria, desespero, contas vencidas, casamento infeliz, saldo no vermelho, despensa vazia. Ninguém.

Já a sua viagem dos sonhos, sua refeição cara, seu encontro de família, suas bodas de prata, sua alegria escancarada, quando gritadas para todo mundo ouvir, provocam as mais diversas reações. Quase sempre ruins. Fazer o quê? Muito pouca gente está preparada para saber que você está feliz.

É claro que a vida é sua e você conta o que quiser para quanta gente desejar. Mas pensemos. Será mesmo que a sua felicidade vai ser menor ou menos intensa se você vivê-la somente aí, entre você e os seus? Vai saber, né? Na dúvida, é melhor não arriscar. E sejamos todos felizes. Marlon- Príncipe maluco