sábado, 16 de dezembro de 2017

Sagitário


Porque sagitarianos não sabem amar?
Marlon-Príncipe maluco

Felicidade sem platéia dura mais . . .


É triste, mas é verdade. Infelizmente, o mundo anda cheio de gente incapaz de aceitar que você está feliz. Nem sempre é por mal. Pode ser “sem querer”, sem intenção, mas acontece. Cada vez menos pessoas sabem lidar com o fato de que o outro está bem.

Primo distante da intolerância a lactose, esse tipo de mazela causa muito sofrimento a seus portadores. Quem padece da dificuldade de aceitar a satisfação alheia apresenta sintomas diversos, desde uma inofensiva coceira até um desejo irrefreável de disparar uma metralhadora em praça pública.
Entre um extremo e outro, uma infinidade de reações mesquinhas acomete o portador de intolerância a pessoas felizes: fofocas, intrigas, picuinhas, olhos gordos, falsas denúncias, mentiras, nomes na boca do sapo e outras “coisas mandadas” com um único objetivo: despachar o seu estado de graça às favas.

Sentir felicidade é um direito tão sagrado quanto padecer de tristeza. São sentimentos irmãos. Só pode estar verdadeiramente feliz quem já esteve triste e vice-versa. Sem a comparação não é possível saber o que a gente sente. Então, é claro que toda gente feliz merece a felicidade que sente, sobretudo porque foi capaz de sobreviver à tristeza que, vira e mexe, sempre volta.

Agora, felizes ou tristes, isso é departamento nosso. No máximo, diz também respeito às poucas pessoas que fazem parte da nossa vida e nos querem bem.

Acredite: divulgar para além dessa esfera íntima a sua tristeza é muito menos “perigoso” que anunciar aos quatro ventos a sua felicidade. Exceto um ou outro excêntrico, ninguém inveja miséria, desespero, contas vencidas, casamento infeliz, saldo no vermelho, despensa vazia. Ninguém.

Já a sua viagem dos sonhos, sua refeição cara, seu encontro de família, suas bodas de prata, sua alegria escancarada, quando gritadas para todo mundo ouvir, provocam as mais diversas reações. Quase sempre ruins. Fazer o quê? Muito pouca gente está preparada para saber que você está feliz.

É claro que a vida é sua e você conta o que quiser para quanta gente desejar. Mas pensemos. Será mesmo que a sua felicidade vai ser menor ou menos intensa se você vivê-la somente aí, entre você e os seus? Vai saber, né? Na dúvida, é melhor não arriscar. E sejamos todos felizes. Marlon- Príncipe maluco

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Rodrigo Santoro.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Sexo casual


Sexo casual ... Não tem problema fazer sexo casual se no dia seguinte o vazio da noite anterior não for maior. Não é proibido se a dor da ligação não recebida não pesar na alma, não é errado se o intuito não foi impressionar alguém para compromisso, não faz a mínima diferença se tanto faz o que vai acontecer.
Sexo casual não preenche coração, não faz a vida ser melhor, não pode ser fuga que traz tristeza, não pode ser porta de maior frustração, não deve ser a única saída para se sentir desejado, não pode ser dor disfarçada de alegria e muito menos uma forma de disfarçar a solidão!!

Andresa M. Vicentini

Seja


''Cansou de lutar pela diferença? Seja você a diferença.''Kylie Hickmann

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Pare a Polícia, ela não é a solução . . .


Daqui a pouco vamos ler a seguinte notícia: “Polícia salva mulher, de suicídio, ao atirar e matar a mesma.”
Marlon-Príncipe maluco

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Marlon


É tão importante olharmos a vida, as pessoas, o mundo, com olhos de compaixão, pois se as feridas do seu irmão não lhe causam dor, a sua doença é mais grave do que a dele.
Marlon Príncipe

O que é tudo para você?


Reflexão antiga, mas interessante: a história humana foi marcada por cinco judeus.
Primeiro veio Moisés e disse: Tudo é a lei.
Depois veio Jesus Cristo e disse: Tudo é o amor.
Depois veio Karl Marx e disse: Tudo é o dinheiro.
Logo em seguida veio Sigmund Freud e disse: Tudo é o sexo.
E finalmente veio Albert Einstein e disse: Tudo é relativo.

Sim


Não custa nada ter um pouco de educação ... Não custa nada cultivar a gratidão...Não custa nada dar uma evoluída no caráter ...O mundo não é obrigado conviver com a falta de vontade de melhorar do outro !!
Andresa Martins Vicentini

sábado, 9 de dezembro de 2017

Deixa!


Tem gente que vai embora para viver sua mentira em paz. Não insista! Marlon príncipe

Encante, não humilhe!


conhecimento serve para encantar as outras pessoas, jamais para humilhá-las.
MARIO Sergio Cortella

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Latejando


E quando a pessoa vai embora e continua viva , latejando dentro de você?
Marlon De Albuquerque

Bravo!


Eu trabalho na região da "Cracolândia", há cerca de 02 anos. Passo por aquela região cedo, quando os funcionários da prefeitura estão varrendo pessoas e lixo, em um mesmo ato.
Eu sei que isso causa uma espécie de prazer para muitos. Para mim, é uma desumanidade.
As cenas que assisto ainda me entristecem.
Hoje, ao final do meu expediente, passei por um jovem que, num traço preservado do que ele ainda entende por higiene, aproveitava o resto de água da sarjeta (choveu um pouco), mais limpa do que seu corpo imundo e esquecido, para banhar-se.
Sim. Isso me assusta e entristece.
Nao há o que justifique.
Adriano Gustavo Di Andrade

Nudez( Marlon) Príncipe maluco



Pleno em meu próprio inferno.
Devoto de uma vida pela qual feri meu rosto buscando-a.
Menino pelo sorriso pronunciado.
Homem pelo medo irrenunciável de uma estrada
que nunca foi de meus pés.
Tornei-me contraditório por excelência; mais que
isso, me perdi e tornei-me refém do contraste que
busquei para me livrar definitivamente do fim das
coisas.
O veneno deixado em minha boca matava não a
mim, mas ao profético.
Até mesmo o contente em mim anunciava o suicídio
do suspiro mais radioso que eu poderia ter.
A minha nudez denunciada pelas digitais de uma
pessoa qualquer, evidenciava meu corpo, mas em
meu corpo não havia sequer um punhado de mim
e assim a sedução se fazia e eu não participava.
Então eu, miserável sem um sonho para comer,
me sentia suspenso pela própria vida.
Bastava perder um pouco o dom da alucinação e
eu já não conseguia refazer os soluços de meu sorriso.
Era de endoidecer ver que nada em mim era aceso
de fato.
Mas era interessante ver um pouco de todos que
eu era no escuro necessário de cada carinho.
Toda gente amou de loucura sem fim, não a mim,
mas a tudo que doía em mim. O descanso encontrado apenas no lúdico era pouco a pouco derradeiro.
Deixei perdida em algum lugar a minha face e quando dei por mim só restava o amor ao meu odioso disfarce.

Tempo, tempo !


A coisa mais importante que você pode oferecer pra alguém é tempo... seu tempo!
Evandro Oliveira